Mas não é só nas facturas que estas actualizações de ano novo trazem agruras. A revisão das remunerações de produção de energia, como no caso dos painéis fotovoltaicos, indignou alguns proprietários, conforme conta António Ecuménico Rodovalho: “O ano passado recebia 2,5% do valor de toda a electricidade produzida pelos meus painéis. Este mês já recebi a carta onde dizem que em 2016 só vou receber 1,5% e um cabaz de produtos regionais com enchidos, queijinhos, pães típicos, doces de produção caseira e um pipinho de enguias.”
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Acerto de Facturação
Chegados ao final do primeiro mês de 2016 tornam-se mais óbvias as actualizações de preçários de todo um leque de comodidades que fazem parte do nosso dia-a-dia. Em alguns desses casos, nomeadamente na conta da electricidade, os acertos provocaram verdadeiros aumentos gastronómicos no orçamento familiar. Maria Albidalina Rodovalho relata: “Eu dantes pagava por volta de 48,00 euros de luz. Este ano, a conta de Janeiro foi 49,00 euros e uma travessa de sushi futomaki. Depois até tive problemas porque como não sei distinguir nada destas porcarias chinesas paguei com sushi mekajiki e obrigaram-me a ir tirar um curso de cozinha asiática.”
Mas não é só nas facturas que estas actualizações de ano novo trazem agruras. A revisão das remunerações de produção de energia, como no caso dos painéis fotovoltaicos, indignou alguns proprietários, conforme conta António Ecuménico Rodovalho: “O ano passado recebia 2,5% do valor de toda a electricidade produzida pelos meus painéis. Este mês já recebi a carta onde dizem que em 2016 só vou receber 1,5% e um cabaz de produtos regionais com enchidos, queijinhos, pães típicos, doces de produção caseira e um pipinho de enguias.”
Mas não é só nas facturas que estas actualizações de ano novo trazem agruras. A revisão das remunerações de produção de energia, como no caso dos painéis fotovoltaicos, indignou alguns proprietários, conforme conta António Ecuménico Rodovalho: “O ano passado recebia 2,5% do valor de toda a electricidade produzida pelos meus painéis. Este mês já recebi a carta onde dizem que em 2016 só vou receber 1,5% e um cabaz de produtos regionais com enchidos, queijinhos, pães típicos, doces de produção caseira e um pipinho de enguias.”
REW
A lâmpada vermelha do semáforo deu lugar à silhueta intermitente de um humanóide verde marcando, com apitos aflitivos, a contagem do cronómetro do um, para o dois, para o três, para o quatro - seguindo de número em número até outra tentativa falhada de encontro entre os dois irmãos luminosos de cor distinta.
Atravessámos a passadeira parando, à espera que o sinal mudasse, do outro lado da estrada. Ela dobrou-se em convulsões de riso - resposta à minha piada parva - estacando de seguida, muito erecta, contemplando a total estupidez do que eu havia acabado de dizer durante meio minuto. Engoliu um cogumelo de fumo descendente, que se materializou no ar, e uma pitada de cinza saltou da primeira risca da “zebra” até à ponta do cigarro que fumava. Puxou uma fumaça. Num pequeno lampejo alaranjado o cigarro cresceu até se apagar, momento em que fechou o isqueiro e arrumou o cilindro de tabaco dentro do respectivo maço. Carregou o sobrolho e colocou o pacote cancerígeno na bolsa que usava à tiracolo. A sua expressão amainou e elevou os olhos ao alto.
- Vai tu - atirei sem pensar.
- Vai chover - disse ela examinando o céu plúmbeo.
- Vai tu - atirei sem pensar.
- Vai chover - disse ela examinando o céu plúmbeo.
INÍCIO
segunda-feira, 9 de março de 2015
O Retrato de Manoel de Oliveira (Segredo da sua longevidade)
Teoria: Manoel de Oliveira atingiu a idade que todos sabemos porque é na realidade cronófago - uma criatura que absorve o tempo dos outros. Sempre que algum de nós se senta para visualizar qualquer película do mestre cineasta somos roubados desse exacto período que é acrescentado, por artes possivelmente sobrenaturais, à sua linha da vida. Daí a sensação de perda de tempo que alguns experienciam após verem um filme dele.
A única maneira de destruir tal criatura é encontrar as bobines originais dos seus filmes e queimá-las ritualisticamente numa fogueira de S. João enquanto cantamos a lengalenga do Aniki Bóbó.
Ou não.
A única maneira de destruir tal criatura é encontrar as bobines originais dos seus filmes e queimá-las ritualisticamente numa fogueira de S. João enquanto cantamos a lengalenga do Aniki Bóbó.
Ou não.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Rapsódia de Gaita-de-Foles
Parte 1 - Explicação em Dó Menor
"Não compreendo nada disto!" - queixou-se Felipe ao Doutor Trusga. A verdade é que o raio do rapaz era de uma compreensão lenta que até assustava! Já não conseguia ouvir as lamúrias, cuspidas em zurrar asinino, do aluno que lhe tinha solicitado ajuda extracurricular. Era já a quarta sessão e nada!Valha-me São Sinfrónio, será possível que exista alguém assim tão estupido?, pensou Fernando Trusga, professor do ensino secundário e filósofo do queijo nas horas vagas.
Subitamente foram os dois atropelados por um bando de tocadores de gaita-de-foles.
Parte 2 - Semi-saga de um Martelo Pneumático para Instrumentos de Sopro
TAT-TAT-TAT-TAT, fez o martelo pneumático a perfurar o solo com imparável força, guiado pela mão relutante de um trabalhador estóico. Pedro era o nome desse trabalhador e ganhava muito pouco.Subitamente foi atropelado por um bando de tocadores de gaita-de-foles.
Parte 3 - Montanha para Gaita e Estrondo
Esta narrativa segue de perto a fantástica estória de Fi-póim-tim-póim, monge budista de um qualquer templo longínquo que ninguém sabe exactamente onde se encontra. Observemos atentamente enquanto o "olho" narrativo sobrevoa as montanhas tibetanas e mata dezenas de pássaros que tiveram a infelicidade de se atravessarem no seu caminho.Subitamente uma gaita-de-foles gigante arrasa o templo.
Parte 4 - Horror e uma Gaita
Não pretendo assustar os meus potenciais leitores com o seguinte conto, mas gostaria de vos alertar para o perigo que correm permanecendo no Jardim. Certamente que pensarão que estou a gozar, ou que esta narração pertence ao mundo das percepções dementes de um cérebro doente, pois deixem-me dizer que tudo o que escrevo nestas páginas é a mais pura verdade por mais estranho que vos pareça. Não deixem que o facto de eu estar internado numa instituição psiquiátrica vos detenha de lerem atentamente estes grafismos... O quê? Não!! Por favor tem piedade! NÃAAAAO!!! Gurk... *FUENNN* (onomatopeia representativa do som de uma gaita-de-foles)quarta-feira, 16 de julho de 2014
Pascoalidade Nacional
- No dia em que é conhecido o relatório do estudo encomendado pelo PSD no que concerne os índices de natalidade em Portugal, cabe-nos a nós relembrar a tantas vezes olvidada questão da pascoalidade nacional. É francamente alarmante que tão poucas pessoas ressuscitem em solo português não é assim Dr. Eleutério Rodovalho?
- É isso mesmo... Antes de mais deixe-me só desejar-lhe uma boa noite e um bem-haja por me ajudar a dar voz a esta situação de queda a pique dos números de ressuscitados no nosso belo país à beira-mar plantado...
- Mas diga-me uma coisa, qual é efectivamente, no presente, o número médio diário de ressuscitações entre os defuntos lusitanos?
- Ora bem... vou só consultar aqui os meus canhenhos... exacto, como eu temia é zero.
- Zero.
- Correcto, nota-se que presta atenção.
- Então e em termos gerais ou históricos, quantas pessoas voltaram à vida depois de, digamos, baterem a caçoleta?
- Em registo, e friso bem isto, EM REGISTO apenas uma pessoa em toda a história de Portugal ressuscitou e é uma vergonha que estejamos tão abaixo da média europeia em matéria de re...
- Dr. Eleutério desculpe interrompê-lo... Uma pessoa? Quem?
- Ora, eu pois está claro!
- O senhor.
- Sim, sim. Mas atenção que já o fiz várias vezes durante os séculos. Enfim, vou tentando fazer a minha parte para colmatar as lacunas que o governo permite ficarem mais vincadas de ano para ano.
- O Dr. Eleutério está a gozar connosco?
- Eu percebo que é bastante constrangedor ter a verdadeira noção da escassez destes números, mas temos que ultrapassar o choque e tentar perceber os porquês. No meu relatório faço menção à falta de condições que temos neste campo, condições que seriam essenciais para não afastarem os jovens defuntos deste tão importante passo na vida de cada um.
- Mas qual falta de condições?
- Também usava esse tom céptico quando comecei a pesquisa para este meu trabalho mas basta olhar para os outros exemplos que temos e rapidamente vemos que algo não está bem. Jesus, um alfacinha de gema decidiu ressuscitar no estrangeiro - no Médio Oriente veja bem!
- Então mas espere aí, Jesus não nasceu em Lisboa, nasceu em Belém.
- Ó amigo, francamente! Que não saiba nada de ressuscitações ainda é como o outro e para isso é que aqui estou. Agora, não me peça para lhe ensinar geografia local! Onde é que fica Belém, santinho?
- Estou em crer que Belém onde nasceu Jesus e Belém freguesia de Lisboa são dois sítios diferentes...
- Sim, e querem lá ver que os dinossáurios também habitaram a terra há milhões de anos atrás?
- Erm... há fortes indícios a apontar para isso.
- Olhe pois a mim não me enfia esse barrete porque eu estava lá! Na altura em que dizem que havia lagartos gigantes a galgar o planeta estava eu a tentar ressuscitar a primeira vez. E lá consegui depois de algumas falsas partidas.
- Peço desculpa Dr. Eleutério, notícia de última hora: a Terra vai explodir dentro de dez minutos. Depois do intervalo continuaremos a emissão do núcleo interno terrestre, composto por ferro e níquel, de onde acompanharemos a hecatombe até ao seu último segundo. Até já.
- É isso mesmo... Antes de mais deixe-me só desejar-lhe uma boa noite e um bem-haja por me ajudar a dar voz a esta situação de queda a pique dos números de ressuscitados no nosso belo país à beira-mar plantado...
- Mas diga-me uma coisa, qual é efectivamente, no presente, o número médio diário de ressuscitações entre os defuntos lusitanos?
- Ora bem... vou só consultar aqui os meus canhenhos... exacto, como eu temia é zero.
- Zero.
- Correcto, nota-se que presta atenção.
- Então e em termos gerais ou históricos, quantas pessoas voltaram à vida depois de, digamos, baterem a caçoleta?
- Em registo, e friso bem isto, EM REGISTO apenas uma pessoa em toda a história de Portugal ressuscitou e é uma vergonha que estejamos tão abaixo da média europeia em matéria de re...
- Dr. Eleutério desculpe interrompê-lo... Uma pessoa? Quem?
- Ora, eu pois está claro!
- O senhor.
- Sim, sim. Mas atenção que já o fiz várias vezes durante os séculos. Enfim, vou tentando fazer a minha parte para colmatar as lacunas que o governo permite ficarem mais vincadas de ano para ano.
- O Dr. Eleutério está a gozar connosco?
- Eu percebo que é bastante constrangedor ter a verdadeira noção da escassez destes números, mas temos que ultrapassar o choque e tentar perceber os porquês. No meu relatório faço menção à falta de condições que temos neste campo, condições que seriam essenciais para não afastarem os jovens defuntos deste tão importante passo na vida de cada um.
- Mas qual falta de condições?
- Também usava esse tom céptico quando comecei a pesquisa para este meu trabalho mas basta olhar para os outros exemplos que temos e rapidamente vemos que algo não está bem. Jesus, um alfacinha de gema decidiu ressuscitar no estrangeiro - no Médio Oriente veja bem!
- Então mas espere aí, Jesus não nasceu em Lisboa, nasceu em Belém.
- Ó amigo, francamente! Que não saiba nada de ressuscitações ainda é como o outro e para isso é que aqui estou. Agora, não me peça para lhe ensinar geografia local! Onde é que fica Belém, santinho?
- Estou em crer que Belém onde nasceu Jesus e Belém freguesia de Lisboa são dois sítios diferentes...
- Sim, e querem lá ver que os dinossáurios também habitaram a terra há milhões de anos atrás?
- Erm... há fortes indícios a apontar para isso.
- Olhe pois a mim não me enfia esse barrete porque eu estava lá! Na altura em que dizem que havia lagartos gigantes a galgar o planeta estava eu a tentar ressuscitar a primeira vez. E lá consegui depois de algumas falsas partidas.
- Peço desculpa Dr. Eleutério, notícia de última hora: a Terra vai explodir dentro de dez minutos. Depois do intervalo continuaremos a emissão do núcleo interno terrestre, composto por ferro e níquel, de onde acompanharemos a hecatombe até ao seu último segundo. Até já.
domingo, 29 de julho de 2012
Invenções de Somenos Relevo que Deixaram o Mundo Mergulhado na mais Profunda Indiferença mas Ainda Assim se Armam em Importantes
OS GRAMPOS
E outras coisas de agarrar à parede
Foi em 1897 que Óscar “Camarão” Grampo revolucionou a indústria dos museus ao colocar na parede as peças que, até aí, haviam atrapalhado os patronos que visitavam os atulhados espaços culturais. O caminho até à epifania grampesca foi um longo e tortuoso fim-de-semana que praticamente exterminou a então prática corrente de colocar tudo em cavaletes.Reza a lenda que numa bela manhã de domingo a família Grampo[1] estava de visita ao Museu de Belas Artes do Pissarral visionando com óbvio gáudio a exposição de cenas piscatórias do famoso, mas misterioso, pintor português O Artista Antigamente Conhecido como 1 Atum Mas Que Preferia Ser Chamado 2 Sardinhas dispostas com primor sobre cavaletes de fabrico artesanal. Seguiu-se um lamentável desaire quando Óscar, distraído pela acirrante conversa com Chiquinho Pai desencadeou, com um simples encosto, o desastroso efeito dominó numa versão cavalete. É de notar que a tela originalmente derrubada foi o singular “Sapateiro Abalroado por Rodovalhos” assinado já com o epíteto do período expressionista do artista Vá lá, Chamem-me 2 Sardinhas.
Estavam portanto lançadas as sementes da necessidade sobre o campo fértil de ideias que era o intelecto de Óscar Grampo sempre temperado, como ele nunca escondeu, com a compostagem de óptima qualidade (daquela que cheira mesmo a caquinha de vaca) que eram os conselhos de Xiquinho Filho – também ele grande vulto do engenho nacional, sendo até creditado com a invenção do osso de choco artificial para periquitos – em suma, as condições ideais para a germinação de um grande invento.
Partindo de uma tentativa de readaptar as ferramentas que já existiam para o propósito que pretendia, usou pregos para fixar alguns quadros na parede da Casa-Museu Porque É Que Ninguém Me Chama 2 Sardinhas, em Trezói, originando algum atrito com Alexandre Carcanhol, curador do espólio em repouso nessa instituição, na polémica que a imprensa da época apelidou d’A Crise do Estuque e que durou, na boa, uns vinte minutos. Trinta no máximo. Destas suas experiências surgiram: fixadores de cabos, pitões, camarões (uma homenagem à alcunha do seu criador) e, claro, os almejados grampos, jóias da coroa deste tesouro da bricolage. Infelizmente, quando alcançou a solução pretendida havia mutilado inúmeras peças de arte de forma incomportável sendo obrigado a ceder a patente dos seus frutos geniais como forma de pagar as devidas indemnizações.
Óscar Grampo, degustador de camarão e cerveja, apreciador das belas artes, filósofo, teólogo, astrónomo, apicultor e produtor de queijo ímpar, faleceu na penúria abandonado por todos os seus amigos e familiares. Esperamos ter feito alguma justiça ao relembrar que na cabeça deste homem, para além da caspa, assentavam os louros da invenção do indispensável grampo.
Terminamos este texto, em jeito de homenagem, com um excerto de Sa main dans ma derrière, autobiografia de Xiquinho Filho que nos revela os pormenores da sua intimidade com o grande inventor, confirmando os rumores de uma relação amorosa entre ambos. O autor tem então o seguinte a dizer sobre Óscar: “Meu Deus, exclamou a princesa, que bom.”
[1] Dados encontrados em 1998 por historiadores nos cadernos de censo do INTED (Instituto de Números Total e Extremamente Desinteressantes), antecessora do INE, mostram que o agregado da família Grampo na primavera de 1897 era constituída pelo “Excelso Senhor Óscar Grampo, um títere registado sob o nome Chiquinho Pai e o bonifrate seu companheiro, Xiquinho Filho.”
terça-feira, 10 de maio de 2011
A mente é uma fábrica de vinhetas para os Malucos do Riso
Um HOMEM abre a porta de um restaurante e dirige-se ao EMPREGADO:
HOMEM - Já está.
EMPREGADO - Bom dia!... Já está o quê?
HOMEM - Bom dia. Já está.
EMPREGADO - ... Já... está?... Desculpe, vem para almoçar?
HOMEM - Não, não. É só para dizer que já está.
EMPREGADO - Mas já está o quê? O senhor está a gozar comigo?
HOMEM - Então os senhores não têm na porta um letreiro a dizer "Empurre SFF"? Só lhe vim dizer que já empurrei.
EMPREGADO olha com cara de parvo para a câmara enquanto se ouvem risos "enlatados".
HOMEM - Já está.
EMPREGADO - Bom dia!... Já está o quê?
HOMEM - Bom dia. Já está.
EMPREGADO - ... Já... está?... Desculpe, vem para almoçar?
HOMEM - Não, não. É só para dizer que já está.
EMPREGADO - Mas já está o quê? O senhor está a gozar comigo?
HOMEM - Então os senhores não têm na porta um letreiro a dizer "Empurre SFF"? Só lhe vim dizer que já empurrei.
EMPREGADO olha com cara de parvo para a câmara enquanto se ouvem risos "enlatados".
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Frase Perdida
No vazio do seu pensar, o vaga-lume de uma lembrança acendeu-se timidamente recordando-o do velho Rodovalho...
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